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Classificação Científica

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Apodiformes
Família: Trochilidae
 Vigors, 1825
Subfamília: Phaethornithinae
 Jardine, 1833
Espécie: G. dohrnii

Nome Científico

Glaucis dohrnii
(Bourcier & Mulsant, 1852)

Nome em Inglês

Hook-billed Hermit


Estado de Conservação

(IUCN 3.1)
Em Perigo

Fotos Sons

Balança-rabo-canela

O balanço-rabo-canela é uma ave Apodiformes da família Trochilidae. Raro beija-flor da Mata Atlântica, também chamado de beija-flor-canela.

Nome Científico

Seu nome científico significa: Glaucis dohrniibeija-flor azul/verde acinzentado de Dohrn ou ave cinza azulada/esverdeada de Dohrn.

Características

Mede 12 cm. A fêmea é um pouco maior que o macho. Partes superiores bronzíneo-esverdeadas, partes inferiores canela, faixa superciliar e malar brancas, área pós-ocular negra; bico quase reto e com mandíbula esbranquiçada. Todas as retrizes bronze-metálico uniforme tendo as laterais (4 de cada lado) a ponta branca.

Alimentação

Alimenta-se de açúcar retirado do néctar das flores e também de pequenos artrópodes.

Reprodução

A época da reprodução vai de setembro a fevereiro. Macho e fêmea só se aproximam no período de acasalamento, depois são independentes e brigam para defender seu território. O ninho é construído pela fêmea, e tem formato alongado, terminando num apêndice caudal que dá equilíbrio ao ninho. É confeccionado com finas raízes e fibras, resultando um trançado reticulado através do qual se vêem os ovos. Nas paredes externas são afixados alguns líquens e detritos vegetais. O ninho é suspenso em uma folha de palmeira, bananeiras ( Heliconia ), etc. A fêmea põe geralmente 2 ovos alongados e brancos, com um período de incubação de 15 dias, cabendo a ela depois do nascimento dos filhotes, alimentar a prole. Os filhotes permanecem no ninho por aproximadamente 27 dias.

Hábitos

É restrito às matas primárias de feições amazônicas e bordas das matas secundárias adjacentes, hoje residuais, do norte do Espírito Santo e sul da Bahia. Gostam muito de tomar banho, tanto em poças de água no chão quanto em árvores, nas bromélias.

Distribuição Geográfica

É endêmico da Mata Atlântica residual do norte do Espírito Santo e sul da Bahia.

Status de conservação: EN (IUCN); Appendix II (CITES). Está ameaçado de extinção por conta da destruição do seu habitat. As matas que lhe servem de lar estão sendo destruídas de maneira acelerada para a criação de animais, o cultivo de alimentos, a instalação de indústrias e pelo crescimento das cidades. É o mais raro dos colibris da Mata Atlântica.

Referências

Galeria de Fotos